O Synapps Agents não vende software: vende trabalho executado. A identidade precisa carregar as duas metades do nome — synapse (a conexão que pensa) e apps (o sistema que opera) — e deixar claro quem manda: o nó aceso no centro, o agente em ação.
O símbolo é um S construído como uma sinapse: dois terminais arredondados ligados por um caminho contínuo, com um núcleo aceso exatamente no ponto onde o sinal passa. Um traço, três nós, nenhum ruído.
A inicial resolve o reconhecimento imediato, mesmo a 16 px no favicon ou bordada em um uniforme.
Dois neurônios e o ponto de contato entre eles: a metáfora exata de agentes que passam tarefas uns aos outros.
O núcleo amarelo é o agente trabalhando agora. É o único elemento colorido — e por isso o olho vai direto nele.
Repetido em série, o símbolo vira cadeia: Comercial → Financeiro → Pós-venda. A marca cresce junto com o produto.
Lockup horizontal como versão principal. O vertical serve a espaços quadrados; o símbolo isolado só quando a marca já foi apresentada no mesmo contexto (app, avatar, favicon, selo).
Preto como base de tudo. O amarelo neon é reservado — ele marca o que está vivo: o núcleo do símbolo, o botão principal, o dado que importa. Se estiver em toda parte, deixa de significar alguma coisa.
Proporção recomendada — 70% ink · 18% paper · 8% deep teal · 4% neon
Três vozes: Gabarito grita, Instrument Serif humaniza, Martian Mono comprova. Montserrat carrega o texto corrido sem chamar atenção para si.
A marca é um traço só. Qualquer coisa que engrosse, gire ou decore esse traço mata o que ele tem de melhor.
Onde a marca vive de verdade: no topo do painel, no avatar do agente que responde no WhatsApp e no cartão de quem vende a plataforma.
Todos vetoriais, prontos para uso. A versão monocromática usa currentColor — herda a cor do contexto onde for aplicada.
Nos lockups em SVG a tipografia é texto vivo (Gabarito / Martian Mono) — converta para curvas antes de enviar à gráfica.